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Mostrando postagens com o rótulo Romance

A moça da sapatilha preta (15° Capítulo)

  Hoje eu tenho a certeza que a viver é se permitir, é deixar se transformar em cada situação em que a vida vai-te envolvendo e eu estou tão feliz nessa exato momento, por que me sinto realizado, depois de tantas incertezas podem sentir algo concreto acontecendo aqui, agora nessa exato momento das nossas, Anna querida eu sinto que é assim que quero e gostaria de viver pro resto das nossas vidas, preenchido, tomado por essa alegria em sentir o que sinto por você, essa onda contagiante que é acordar durante as madrugadas com o c horro do Peter Jr, é incrível como ao dormir ele abre um sorriso doce ao som das canções de ninar.   Olhando pra tudo o que vivemos, parecia-me que esse momento sempre escapava pelos meus dedos e que nunca conseguia sentir isso nas minhas mãos, e agora com tudo isso parece que amadurecemos e estamninar c ontrole da situação, em alguns momentos não conseguisse nos eencontrar não conseguíamos enxergar quem nós éramos e muitos em que nos tornaríamos h...

A moça da sapatilha preta (14° Capítulo)

   Ficámos semanas com aquela imagem de Elizabeth aos prantos e Peter fraco, lutando por seu último suspiro de vida para dizer a Anna o quanto foi feliz em ter acompanhado cada momento da sua vida de perto. Aquilo sucumbiu-me, fez-me perceber a vida de outra forma. Comecei a enxergar a vida com mais gratidão, extremamente como Peter enxergou no fim da sua vida.    A pesar de todas as idas e vindas que esse relacionamento com Anna me proporcionou eu estou feliz, por que eu conheci um grande homem, que me ensinou muito em tão pouco tempo. Anna estava em estado de êxtase, pois acabará de perde o pai que mal sabia ser seu pai, até então Peter ara apenas um amigo próximo de Elizabeth e Anna, a vida nos revela algumas surpresas, em falar em surpresas acabamos de descobrir a pouco tempo que Anna esta grávida, essa gravidez não poderia chegar em melhor hora.    Essa bênção, que é gerar um ser trouxe novamente a união entre mãe e filha, o que eu não via a algum ...

A moça da sapatilha preta (13° Capítulo)

   Quando recebi aquela carta não tive dúvidas do amor que eu sentia por Peter e agora esse amor preenchia-me com fraternidade, esvaia-me como se os melhores sentimentos pudessem fluir sobre o meu ser, porém, o orgulho ainda tomava conta do meu ser. Nesse (altura) do campeonato meu pai suplicando a minha atenção, com o pouco tempo de vida que lhe restará, vida essa que eu pude acompanhar de perto, sem ao menos saber que ele era meu pai. Sempre questionei a minha mãe sobre o paradeiro do meu pai e a todo momento esteve ali ao meu lado, eu senti-me egoísta, por não acompanhar os seus dias de dores e angústias, a única certeza que eu tinha era que eu estava distante, afastada a semanas do meu pai.   Enquanto Brayan, aproveitou cada segundo, não perdeu a oportunidade de conhecer Peter, sim Peter. Por que Brayan teve a oportunidade de conhecê-lo profundamente na sua essência, pois o seu momento de ‘’fragilidade” o tornou um homem mais forte, que lutou enquanto teve fo...

A moça da sapatilha preta (12° Capítulo)

Querida Anna    Eu sei o quanto foi difícil para você toda essa situação, pois foi como se tivesse retirado um fardo das minhas costas e depositado o peso desse segredo sobre as suas costas. Não sei de que forma esse segredo afetou a sua percepção sobre quem eu sou ou talvez sobre quem eu fui pra você, a última lembrança que tenho é você levantando-se atordoada em lágrimas e saindo correndo pelo corredor após a revelação fatal que me fez não terá notícias de você por semanas.    Posso não ter alcançado o privilégio de viver e sentir a paternidade, de ter colocado você pra dormir, contar histórias e acalmar-te nos seus momentos de medo, insegurança como todo o pai faz quando é presente na vida do seu filho. Mas eu busquei formas de suprir essa ausência, pois eu sempre soube o quanto essa ausência te afetava, eu sempre estive lá, mas foi como se nunca estivesse presente.    Esses dias não têm sido nada fácil pois as dores aumentaram, o medo de parti...

A moça da sapatilha preta (11° capítulo)

   Peter eu gostaria de agradecer-lhe por tudo o que você fez por Anna e gostaria também de desculpar-me, pois em um breve momento eu pensei que havia perdido Anna pra você, pois não conseguia pensar em outra coisa, a não ser na sua aparência enérgica como um jovem brilhante e talentoso, cheia de vida, mas não é bem essa a situação, não é? Sinto-me mal, pois dessa forma que me expressei é como se não me importasse com a sua situação, porém é ao contrário, naquele instante que eu e Anna o encontramos no chão, eu pensei apenas em voltar no tempo, pois com certeza não iria arrepender-me de ter conhecido você antes.  — O meu jovem, caro Brayan, não se iluda as coisas não são tão simples assim como você imagina. Sou apenas um ser vacilante, que devido às escolhas que eu fiz na vida estou nessa situação em que me encontro hoje. Um homem sozinho, sem esperança e consumindo por uma doença que acaba por minar todos os dias o meu desejo de seguir em frente, de sonhar e viver algo n...

A moça da sapatilha preta (10° Capítulo)

   Angustiada, aflita, sem chão, eu diria que assim Anna se encontrava devido à situação da saúde de Peter, eu, por outro lado movia-me de íntima compaixão e esperançoso que ali não fosse o fim de Peter, pois eu passei a ver Peter com outros olhos. “O cara foi um dos mais incentivadores do sonho de Anna.” Claro eu apoiava-a também, só não suporto a ideia de viver distante dela, seria egoísmo, o meu ego falaria por mim se não me desse a oportunidade de conhecer esse homem.    No hospital a ansiedade tomava o lugar, não aguentava mais esperar por notícias, sentados na sala de espera, o tempo era o nosso maior inimigo, cada minuto que passava era um novo questionamento. desloquei-me até a recepção e perguntei para a enfermeira se ela tinha alguma notícia sobre o quadro de Peter, precisavamos saber de algo para nos acalmarmos. Enquanto a enfermeira sai em busca de informações, avistei Elizabeth, eufórica, correndo na minha direção. — Preciso saber o que aconteceu?  ...

A moça da sapatilha preta (9° capítulo)

   Esse de longe era o melhor momento que tive a sós com Anna depois do seu retorno, estávamos ali juntos dançando, acabamos esquecendo o mundo, quando de repente escutamos alguns passos, alguém subindo a escada, respiração ofegante.   — Socorro, socorro, eu não consigo respirar!      Então nós entre-nos olhamos e pensamos Peter. Quando chegamos no corredor, lá estava ele folgando a sua gravata, sem ar, fazendo um esforço pra nos dizer “Eu estou passando mal, levam-me ao Hospital San Benedito.”      Anna, se despertou e começou a chorar, então peguei o meu celular, a chave do carro coloquei Peter nas cotas e disse Anna vamos. Durante o caminho tentai acalmar Anna, pedi que ela respirasse e que ficasse calma, pois no hospital eles iriam cuidar muito bem de Peter, então Anna começou a acalmar-se, pedi que ela ligasse para Elizabeth, e informasse que Peter está em direção ao hospital, que não sabíamos ao certo o real está do que est...

A moça da sapatilha preta (8° capítulo)

  Nada parecia normal, levantei-me, e aquele questionamento ainda estava presente martelando a minha mente, ao descer pra tomar o meu café deparo-me com Elizabeth, sim isso mesmo Elizabeth, tenho que pedir de uma forma nada cordial que ela se retire da mesa, e que vá embora! Mas ela esquece a bolsa e retorna pra buscar, depois de alguns minutos a campainha toca novamente então com certeza sei que é o convidado de Anna, me retiro, subi as escadas em direção do meu quarto, mas chegando no meu quarto algo deixa-me enfurecido, primeiro o fato de acordar e ver Elizabeth e ter que expulsa e não tomei o meu café da manhã, mas o que me enfurecia mesmo era o silêncio ensurdecedor que havia se instalado na casa.     Eu sabia que Anna estava na sala acompanhada de um estranho que eu nunca havia visto antes, sim na minha mente havia vários adjetivos para Peter, “Aproveitador, folgado, intrometido”. E o pior é que não conseguia para de pensar que Peter era um homem exuberante e m...

A moça da sapatilha preta (7° capítulo)

  Elizabeth levantou-se e empurrou a cadeira de forma brusca, olhou-me nos olhos com um ar de desprezo, saiu como uma criança resmungando e remendando o que eu havia dito, ela bateu a porta e logo em seguida aquele som estridente. Enfim posso ouvir o silêncio reinando novamente nesta casa, foi só falar e a campainha tocou, vou até à porta e quando abro lá estava Elizabeth. — Bryan esqueci a minha bolsa, posso entrar? Pegue a sua bolsa e por favor, vá embora! não apareça aqui novamente. — Claro querido, com maior prazer, ah! antes que me esqueça, Peter está vindo aí. Bati a porta, e subi as escadas correndo em direção ao meu quarto, deitei-me e passei o dia pensativo.     Infelizmente essa mulher sabia como me desestabilizar, tenho certeza que ela nunca foi feliz com a escolha de Anna. Ela sempre fez de tudo pra o nosso relacionamento não dá certo, de uma coisa eu tenho certeza, foi ela, sim, foi ela, que colocou essa ideia na cabeça de Anna de seguir o seu sonho, ser...

A moça da sapatilha preta (6° Capítulo)

    Depois de toda a situação eu entrei no meu quarto e comecei a pensar em todos os momentos que eu tinha vivido com Anna, lembrei do dia em que a vi pela primeira vez na lanchonete tomando seu café, o seu primeiro concerto, quando viajamos pra acompanhar a companhia de dança da mãe dela, eu decidi olhar algumas fotos, lembranças que já não me recordava, estavam ali guardadas, me fazendo lembrar que um dia eu amei essa mulher com todas as minhas forças.      Sentei-me no chão frustrado, e lá estava novamente aquela sapatilha de baixo da escrivaninha, o que me trouxe um profundo desgosto e questionei-me. — O que essa sapatilha ainda está fazendo aqui? Preciso desfazer-me dessa sapatilha, fui até o quarto.de hóspedes, e lá estava Anna chorando, bati na porta e perguntei “Anna querida, como você está? Aconteceu alguma coisa?”. Ela abriu a porta secou os olhos e disse. — Peter eu estou bem! Então questione “Anna quem é Peter?”. Então ela fechou a porta e pediu ...

A moça da sapatilha preta (5° capítulo)

     Anna não vamos perder o nosso tempo, essa discussão não vai nos levar a lugar algum, o que passou, tem que ficar lá atrás, no passado, não temos as mesmas prioridades, seguimos caminhos diferentes, então faça o seguinte acomodasse lá no andar de cima, pois o quarto de hóspedes está a sua espera.  — Brayan, eu sabia, tinha certeza, que você me acomodaria no quarto de hóspedes, exclamou ela, rindo.        Nesse instante, houve uma longa pausa, ficamos ali estáticos, eu não tive reação alguma, não é possível que depois de tudo o que aconteceu, ela esperava, que eu colocasse ela no mesmo quarto, na mesma cama que eu? Eu não podia acreditar que ela teve essa capacidade, de afirmar com todas as letras que sabia que ela ficaria no quarto de hóspedes. “Eu respirei fundo, olhei bem pra ela e disse, vivemos juntos por alguns messes, e sim foi bom enquanto durou, mas não crie expectativa, pois não iremos viver isso novamente Anna, e sim você vai para o ...

A moça da sapatilha preta (4° Capítulo)

     Naquele dia eu fiquei desesperado não sabia como reagir a toda aquela situação, já não bastava aquela conversa nada agradável com Elisabeth, ainda existia a possibilidade de Anna aparecer na minha porta e pra piorar ela estava acidentada dependendo do meu auxilio dos meus cuidados o que me deixa ainda mais frustrado com toda essa situação, fui abandonado, largado e agora vou ter que cuidar da mulher que me abandonou, cómico não. E a campainha tocou, parecia que a quem estava apertando a campainha deixou a mão de descanso sobre o painel da campainha, então eu caminho até a porta e quando olho pelo olho mágico, lá estava um homem bem-apresentado, vestido com traje social e com algumas malas, eu abro a porta e lhe pergunto “Pois não em que posso-lhe ajudar Senhor?’’. — Bryan? — Sim, sou eu mesmo.  — Essas são as malas da Sra. Anna, ela me pediu que deixasse aqui nesse endereço!      De maneira bem sutil eu me vi pensado o que fazer cogitei a possibil...

A moça da sapatilha preta (3° capítulo)

   Eu estava deitado, assistindo um filme, quando de repente, senti-me um tanto entediado e sem muitas opções do que fazer naquele instante! Então lembrei de um livro que eu lia com Anna, fui até o quarto, revirei as coisas que estavam na escrivaninha, que até então, fazia muito tempo que não vasculhava, deparei-me com algumas fotos, que me fizeram resgatar memórias que não eram mais parte de mim. Lá estava uma foto da primeira vez que tive a oportunidade de vê-la dançando Scooby, com certeza era a bailarina mais bela daquele teatro, desculpe-me Scooby, dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas você não é obrigado a ouvir as minhas lamúrias.    Entao deixei lá as fotos, e fui em direção a cozinha, tomar um copo d’água, pois eu estava com tanta sede, a pipoca estava um pouco salgada. As fotos despertaram em mim um desespero, uma aflição, que fragmentou os meus sentimentos, já não sabia mais o que eu sentia após ver aquelas fotos, não sabia se eu sentia...

A moça da sapatilha preta (2° Capítulo)

Querido Bryan Scott    Eu também peguei-me pensativa hoje, após aquele telefonema, que você me lembrou de como eu estava angustiada aquele dia!   Sentada agoniada naquela mesa, tomando um café, que parecia mais uma eternidade e naquela mesma manhã recebi a ligação com a notícia que não fui aprovada na escola de ballet, que eu tanto sonhava em fazer parte, e ali em meus olhos nitidamente notava-se a frustração da minha alma. Naquela manhã parecia que o meu sonho não iria torna-se realidade. Então levantei-me e sai em direção ao caixa e reparei que você me fitava com os olhos brilhantes e encantado, paguei o meu café, percebi alguns passos ligeiros na minha direção, quando me virei era você. - Olá, me chamo Bryan, tudo bem? -  Prazer, Bryan, chamo-me Anna, estou bem, obrigado. Em que posso-lhe ajudar? - Então  não pude deixar de te observar na lanchonete, e fiquei por alguns minutos te admirando, gostaria de conhecer-lhe melhor! - Ual  Bryan...

A moça da sapatilha preta

   Hoje eu estou sentado naquela mesma lanchonete, olhando pelo reflexo daquele vidro que eu te vi pela primeira vez! Você estava lá sentada, de pernas cruzadas, balançado os pés com aquela sapatilha preta, como se estivesse impaciente, nos seus olhos qualquer um que te observasse, conseguia ver a sua indignação. Então do nada você levanta e caminha em direção ao balcão, retira a carteira da bolsa e paga o seu café, logo em seguida sai pelo corredor que se forma entre as mesas da lanchonete, e eu não consigo disfarçar o quão admirado fiquei em observar-te.     Mas agora sinto-me apenas alguém que vive de lembranças, pois quando eu estou em casa a cama é tão vazia sem você, os travesseiros não têm mais o seu cheiro, parece que acordar pelas manhãs e olhar aquela sapatilha preta em baixo da escrivaninha é um tormento, pois me lembro do seu riso, vou até à janela e observo aquela praça que um dia juramos levar os nossos filhos, mas olho ao redor e não tenho os filhos qu...

R. Augusta: A sétima chave

Segredos do Passado Mais uma vez, me remexo na cama. Não consigo dormir. Hoje é meu aniversário e não suporto essa data. Não tenho nada para comemorar. Minha vida nunca foi das melhores; sempre marcada por brigas e agressões. São três horas da madrugada, eu preciso dormir. O dia de amanhã aguarda para ser enfrentado, mas minha mente insiste em retornar para aquela noite fatídica de 1998. Minha mãe tinha apenas 19 anos quando conheceu meu pai e em menos de dois meses, passaram a morar juntos. Certo dia, minha mãe descobriu que estava grávida de um cara com quem ela costumava trair meu pai enquanto ele trabalhava nas quartas-feiras, e durante 5 anos ele acreditava que eu era filha dele, mas a minha aparência dizia o contrário: eu não parecia nada com ele, apenas com a minha mãe. Ele pediu um exame para saber se de fato, eu era filha dele. O resultado deu negativo. Minha mãe tentava convencê-lo de que deveria haver algum engano, mas de nada adiantou. Aquela era a única prova que ele prec...

Segredos Fatais - O início III

Segredos Fatais Surpresas Perturbadoras  Foi desse dia em diante que minha vida foi por água abaixo; minha mãe começou a beber, foi demitida de seu emprego e estávamos ficando outra vez sem dinheiro, era como se meu pior medo estivesse virando realidade novamente, mas agora com um adicional: nossa casa estava até hipotecada. Eu estava apavorada, triste e sem saber o que fazer para ajudar. Sem opções, conseguimos com muito esforço vender a casa com tudo que havia dentro e recomeçamos com o dinheiro da passagem para algum lugar não tão caro do continente Norte Americano. Acabamos encontrando em Ottawa, uma pequena casa de dois cômodos. Não era tão ruim, tirando pelo fato de que ela ficava perto dos trilhos de um trem e quando ele fazia sua rota em direção ao centro da cidade todos os dias às nove horas da manhã e às cinco da tarde, a estrutura  nossa modesta casa  começava a tremer, mas não era algo que não conseguíamos suportar. Consegui um emprego como garçonete na cafete...

Segredos Fatais - O início II

Segredos Fatais O Passado Pode Matar Uma semana após meu aniversário de 12 anos, tia Rose faleceu, as despesas do velório haviam sido cobertas pela família de seu falecido marido, pois não tínhamos dinheiro para pagar pelo enterro de nossa própria parente que tanto havia lutado por nós. Eles nos ofereceram até uma casa para vivermos, vendo o estado decadente em que estávamos, vivendo em uma casa de dois cômodos minúsculos. Relutante, mamãe não aceitou, disse que daria um jeito de se recompor e seguir em frente para dar-me uma vida digna de quem eu era. E então depois de meses de procura e espera, ela conseguiu um emprego como assistente de gerente em uma empresa de cosméticos em Manhattan. Em oito meses e meio, comprou uma casa humilde de quatro espaçosos cômodos para morarmos, nossos móveis eram praticamente todos doados por amigos que sabiam que não estávamos estabilizadas economicamente ainda, e não teríamos dinheiro para comprar a mobília. Sou eternamente grata por eles, que no...

Segredos Fatais - O início

Segredos Fatais À Beira da Insanidade A vida é algo extremamente interessante, em um momento você está no meio de um dia com caráter, um tanto quanto melancólico devido ao clima frio e nublado típico do sul Canadense. E em outro, vê-se no meio de um fogo cruzado, o qual tudo que você sempre pregou e custou a acreditar, põe-se em questionamento: que seria capaz de sacrificar pelo poder? Não era como se não estivesse acostumada, vivia em Ottawa faria 7 anos, me mudei das movimentadas ruas de Manhattan para uma cidade onde a chuva em excesso e a falta de calor humano, eram considerados normais. Não para mim. Sempre tive a ideia de que o calor humano, risadas, sentimentos e bons pensamentos, eram o que movimentavam o ser humano. Era o que fazia com que ele seguisse a vida de forma tranquila e enxergasse seu real sentido . Sempre dizia que o melhor a se fazer é ver o lado positivo da situação, por mais que ela não seja nada agradável, devemos sempre aprender uma lição e levar aquela bagagem...

Romance Universitário parte 3

Essa história ira aquecer seu coração cada vez mais, portanto quando se senti frustado no amor  leia essa história várias vezes, pois quando se ama uma pessoa de verdade nem a distância separa o sentimento de um pelo outro. Em uma manhã de domingo, eu e caetano fomos a praia, o dia estava lindo como nunca tinha visto, pela manhã, jogamos um pouco de bola, jogamos raquete, depois fomos tomar um banho de mar, brincamos a manhã toda na praia, até enterramos um ao outro na areia,foi uma manhã bem divertida. Foi entardecendo o sol, foi sumindo e ficamos ali, a beira do mar a admirar aquele belo por do sol juntos ali, ficamos observar o por do sol, e ao anoitecer, admirando as estrelas, foi um dia muito divertido, é bom estar ao lado das pessoas que amamos, que saudades desse dia em tempos de pandemia, sinto a sua falta Caetano dos seus aconchegos, e eu a sua Amélia minha Amélia que sempre passeavamos juntos e agora só nos comunicamos através de uma tela de celular, porém ainda tenho pen...