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A moça da sapatilha preta (15° Capítulo)

  Hoje eu tenho a certeza que a viver é se permitir, é deixar se transformar em cada situação em que a vida vai-te envolvendo e eu estou tão feliz nessa exato momento, por que me sinto realizado, depois de tantas incertezas podem sentir algo concreto acontecendo aqui, agora nessa exato momento das nossas, Anna querida eu sinto que é assim que quero e gostaria de viver pro resto das nossas vidas, preenchido, tomado por essa alegria em sentir o que sinto por você, essa onda contagiante que é acordar durante as madrugadas com o chorro do Peter Jr, é incrível como ao dormir ele abre um sorriso doce ao som das canções de ninar.

  Olhando pra tudo o que vivemos, parecia-me que esse momento sempre escapava pelos meus dedos e que nunca conseguia sentir isso nas minhas mãos, e agora com tudo isso parece que amadurecemos e estamninar controle da situação, em alguns momentos não conseguisse nos eencontrar não conseguíamos enxergar quem nós éramos e muitos em que nos tornaríamos hoje, essas idas e vindas que a vida nos proporcionou fez nós percebermos o quanto estamos ligados, o quanto a arte nos une, então gostaria de disser sem medo nenhum, obrigado vida, obrigado, arte, gratidão Anna por tudo que concretizamos até aqui e que possamos ter esperança de sempre viver algo novo.

  E eu vejo-me tão bobo, cada dia que acordo e olha pela janela lembro que um dia fizemos planos de ter filhos, de um dia levá-los naquela praça que dá de frente com a já ela do nosso quarto, é tão bom acordar e saber que isso não é apenas um sonho. Outro sonho realizado foi a nossa cerimônia de casamento de frente ao mar, as nossas famílias reunidas e os nossos amigos ali nos prestigiando e sendo testemunhas da nossa união, foi tudo tão simples, mas de forma tão especial, que essas lembranças não sejam apenas memórias, mas que seja a nossa história contada aonde quer ela possa chegar, Anna Spielberg te amo.

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