Pular para o conteúdo principal

A Menina que Descobriu o Medo Capitulo 5

Quem Brinca com Fogo pode se Queimar 


Desço de Mercedes em frente ao meu trabalho, caminho em direção a uma porta de vidro que é a recepção, comprimento o pessoal, e não deixo de avisar que hoje vamos sair!


é também não deixo de notar essa obra-prima que está vindo em minha direção, alexia toda nervosa! Adoro quando ela fica assim!
Isso me deixa excitado…

— olá senhor Alexandre! Viro festa agora chegar atrasado?

— Er. Não alexia! É que meu ônibus atraso hoje…

— hum? Sei, pelo que vejo você está bem tranquilo para quem chego atrasado!

— é sempre fui! Agora vou bater meu ponto, porém, queria estar batendo em outro lugar!

— tchau meu bem!

— opa espere aí quem te deu autorização para ficar com essas, intimidade? Em

— e segundo você vai assinar em uma folha, uma advertência por ter sido engraçadinho, ai depois você vai bater seu ponto e trabalhar é o melhor que você pode fazer!

— estou sendo clara? Senhor Alexandre rego da Silva
— sim Alexia!

— vamos à sala da gerência agora!

— bufo irritado por ela ter me dado aquela bronca na frente de todo mundo e ter falado meu nome inteiro e a advertência foi o pior que aconteceu;

— posso até assinar esse pepel, porém, se ela acha que vai ficar por isso está muito enganada!

— vou me vingar! Porém, essa vingança será deliciosa pra mim e não para ela!

— passo na sala da gerência, assino o papel, vejo meu chefe até iria falar para ele liberar alexia mais cedo para ela ir ao barzinho conosco, porém, mudei de ideia!

— ela não merece, ela merece o pior!

 começo trabalhar e também pensando em como irei dar uma lição em alexia
me lembro que ela tem medo de barata, lagartixa, e penso em dois planos para ser executados…
primeiro vou colocar varias baratas mortas e algumas vivas no armário dela e depois vou encomendar algumas lagartixas de plásticos aquelas de brinquedos e uma lagartixa grande parecendo um tamanho de um urso!

— Ai minha amada alexia você não deveria ter mexido comigo!
Ai mais como sou mal não é mesmo meus caros leitores!
Não esqueça de deixar seu humilde comentário nesse capitulo em.
Continuando…

— Vamos dar continuidade a nosso plano ops nosso não meu plano porque, aliás, sou eu que quero que a alexia se foda! Ai nossa você não deveria ter falado palavrão Alexandre.

— Falo o que eu quiser, mais porque eu tô ligando para a vossa opinião?
Em fim vamos ao ataque!
Consigo as baratas vivas e mortas, vou poupar os detalhes para vocês ok!
É já encomendei as outras coisinhas para ser entregue na casa da alexia!

— vou até o refeitório sem ninguém lá aparentemente, e vejo que alexia deixo o armário aberto e aproveito a ocasião para abrir a sacola e jogar as baratas lá!

— fecho o armário rapidamente e fecho rapidamente
quando de repente ouso uma voz.
PARABÉNS ALEXANDRE NÃO IMAGINARIA QUE TINHA ESSA CAPACIDADE DE FAZER ESSA MALDADE! PORÉM, O SEU CHEFE IRA FICAR BEM BRAVO QUANDO DESCOBRIR, ESSA SUA ATITUDE RIDÍCULA.

— quando viro pra trás me deparo com uma pessoa alta de capuz preto, tento ver seu rosto, porém, as luzes começam a se apagar uma por uma é só fica um pico de luz no meio do refeitório.

— tento correr, porém, quando penso que a pessoa sumiu, vejo de novo na porta toda de capuz preto, que fala: você pensa que eu não vi até agora as suas atitudes está enganado, ando te observado e falo tome cuidado viu, pois, tudo que fazemos aqui, pagamos aqui mesmo!

— quem é você em sai daqui a, olha eu não tenho medo de você! Dou uma risada, você não é ninguém para falar assim comigo!

— hum? Então quer dizer que você não tem medo, pois, bem! Aguarde verá Alexandre e se eu fosse você não deixaria a porta do seu carro quando vai pro mercado!
Do nada as luzes se apaga e começo a gritar e pedir ajuda, porém, nim quem apareceu,
corro de um lado para o outro e escorrego no chão e tento me levantar, porém, sinto alguém puxando meus pés…

— socorro, socorro, por favor…


obs: pessoal não postei no domingo passado pois estava com bloqueio criativo, espero que gostem deste capitulo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Romance Universitário

                                Capítulo 01                   Onde Tudo começou  Essa história baseia-se em fatos verídicos. Por questão de anonimato, os nomes reais das pessoas serão substituídas por fictícios.   Eu achava que minha vida estava resolvida, minhas metas estavam em primeiro plano. Até ele chegar . Me chamo Amélia, e irei contar como minha vida mudou completamente após me apaixonar. Tudo começou no dia 15 de março de 2019, um rapaz chamado Caetano, que até então eu mal conhecia, me fez um convite para ir no cinema com ele e alguns amigos em comum que tínhamos. Contudo, eu não aceitei o convite, tinha receio do que tinha acontecido comigo no passado. Todos passam por experiências amorosas desastrosas, mas algumas deixam marcas para a vida inteira. Mas, para a minha surpresa, ele não desistiu de batalhar, os pedidos persistiram e depois de um...

História da Alopecia um final feliz

Tudo começou no começo de Janeiro...... Meu cabelo volto ao normal , quer dizer depois do ocorrido eu aprendi que o cabelo não é tudo, que ele não faz você  bonita, eu me amei mais ainda, Eles começaram a crescer no final de dezembro, caíram rapidinho e voltaram rapidinho também o que tenho é Alopecia Areata Universal. Conselho  que do: Se seu cabelo começar a cair e você ver que não é nada grave ( que não é câncer ou algo do tipo), deixa cair, não tenha vergonha, o que importa é que está tudo bem com você, o resto não importa.

A Menina que queria mudar o mundo

A menina que queria mudar o mundo Quando eu era criança, em idade de Educação Infantil, que na época chamávamos de parquinho, eu odiava a escola. Todas as crianças amavam ir para o tanque de areia. Eu detestava. Não gostava de nada lá: nem das atividades, nem do tempo que eu passava na escola, nem das brincadeiras. Nada. Quando entrei para o Ensino Fundamental, na 1ª série, minha vida começou a fazer sentido, porque lá eu lia mais, tinha mais contato com livros e as atividade me desafiavam mais. Além disso, eu estava mais perto da minha mãe, que era professora naquela escola. Eu não pensava em ser professora naquela época. Eu queria ser cantora. Subir aos palcos, em frente a multidões...ser uma cantora famosa! Isso me deixa bastante confusa, pois eu sempre fui absoltutamente tímida. Não sei de onde saiu esse desejo. Ainda hoje, tenho bastante vergonha de falar em público. Mas esse desejo de ser cantora não se prolongou muito, pois logo percebi que me faltava um detalhe importante: tale...